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  • Foto do escritorAlisson Lima - Psicólogo e Neuropsicólogo Clínico

PARTO VAGINAL VERSUS CESARIANO

Quantas meninas, mulheres, não sonham em ter um bebê? Gerar um ser humano, deixar um fruto, seguir a sequencia natural da vida?



Acreditamos que a primeira coisa que passa pela cabeça de uma mulher, inclusive as mães de primeira viagem, quando pensa em trazer à vida um filho é: E o parto? Vai doer? Será que aguento? Não quero sentir dor.


O corpo da mulher foi desenvolvido para a concepção, portanto, não há o que temer. Algumas dores físicas e também emocionais fazem parte da nossa trajetória.


O método mais comum é o parto vaginal, popularmente conhecido como parto normal. E o parto cesariano é uma alternativa, que remove cirurgicamente o bebê do útero através de uma incisão no abdômen da mãe.


O parto cesariano é uma alternativa porque é utilizado quando o trabalho de parto progride lentamente, o feto parece estar com problemas ou a mãe apresenta sangramento vaginal. É utilizado também quando o feto está em posição invertida, ou na posição transversal ou ainda, se a cabeça do bebê for muito grande para passar pela pélvis da mãe.


Percebemos então que o parto cesariano não é uma opção a ser escolhida, mas um procedimento que visa a segurança e saúde tanto da mãe como a do bebê, porém os hospitais visando lucro financeiro, se valem disso para aumentar a receita. De qualquer forma, a mãe pode optar por este parto, desde que pague a parte.



Partos cesarianos apresentam riscos de sérias complicações para a mãe, como sangramento, infecções, danos a órgãos pélvicos, dor pós-operatória, além de aumentar os riscos de problemas em futuras gestações. Além disso, priva o bebê dos importantes benefícios do nascimento normal, sendo estes um súbito aumento no nível de hormônios que limpam os pulmões do excesso de fluido, mobilização de nutrientes para alimentar as células e envio de sangue para o coração e cérebro.


O parto vaginal parece influenciar a vinculação da mãe com o bebê devido a um hormônio chamado oxitocina, envolvido nas contrações musculares uterinas que estimulam o comportamento maternal.


Quanto aos partos medicados e não medicados, lembramos que no decorrer da história a dor foi considerada um elemento inevitável do parto, depois se tornou comum a utilização de sedação com éter ou clorofórmio.


Foram também desenvolvidos métodos alternativos para o parto natural, com o intuito de minimizar ou eliminar o uso de medicamentos que possam colocar em risco a vida do bebê.

Atualmente, devido ao aperfeiçoamento do parto medicado, muitas mulheres optam por este para o alívio da dor, e também o combinam com algum outro método natural.


É importante saber que quando se opta ou se faz necessário o parto medicado, esses medicamentos atravessam a placenta e entram na corrente sanguínea do feto, podendo por em risco a saúde e a vida do bebê.


Entendemos que o alívio da dor não deve ser a única consideração a ser feita quanto a utilização de anestesia. Quando chegar o seu momento de decisão, converse e considere o seu relacionamento com os profissionais que está a cargo, e suas expectativas sobre o parto.


Trazer uma nova vida ao mundo é mais que ter um filho, é ter conhecimento e sensatez para tomar as decisões acertadas não mais só para você, mas também para a nova vida gerada, que está sob sua responsabilidade física, emocional e psicológica.


Nós da A L Psicologia acreditamos que ao termos acesso ao conhecimento em torno das formas existentes de parto e medicamentos utilizados e a ausência destes também, é possível minimizar os riscos, esse conhecimento ajudará a entender melhor o seu filho que está prestes a desembarcar neste mundo, desde o princípio; da concepção, gestação, nascimento, desenvolvimento infantil, enfim, por toda a vida.


Com conhecimento e devidos cuidados, é altamente possível o ter uma concepção saudável e segura para ambos, mãe e filho.


Para adquirir novos conhecimentos e aprimorar o seu repertório sobre como educar o seu filho, continue lendo nossas matérias e navegue em nosso site!

Deixe seu comentário e até a próxima,


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